Ahh, Edmundo!

30 05 2008

Eu pedi que não faltasse vontade, garra e determinação ao time do vasco no difícil jogo contra o sport. E não faltou. Fiquei feliz de ir a São Januário e ver mais que um estádio lotado e fervendo como de costume – e a torcida mais bonita do que nunca. Vi um time que se dedicou até o último minuto em busca de reverter o placar do jogo anterior.

O Vasco não fez uma de suas melhores partidas tecnicamente, mas na base do empenho conseguiu fazer um gol aos 19 do segundo e outro já nos acréscimos. Não pude deixar de lembrar que escrevi na terça-feira que o jogo Flu x São paulo deveria servir de exemplo para o Vasco. O segundo gol- do Edmundo- foi suado e saiu no finalzinho, assim como o de Washington; o primeiro-do Leandro amaral- deu esperança assim como o de Dodô. A diferença é que o gol no sufoco, do vasco, não foi o da classificação.

Infelizmente, o gol do animal apenas adiou a eliminação. Logo no primeiro pênalti ele mesmo isolou a bola. Ninguém mais perdeu e o Sport, com muito mérito, se classificou pra final. Apesar de achar que pênalti não é loteria, mas sim competência (que sempre faltou ao animal pra cobrar pênaltis), sai orgulhoso de São Januário. O Vasco lutou muito e – infelizmente- foi eliminado por incompetência de um único jogador. Talvez se não fosse o Edmundo o Vasco não teria chegado ao empate no final, talvez nem a semifinal. Mas ele errou quando não podia errar! Não estou sacrificando ele, só o culpando pela derrota, o que é bem diferente e pra mim não é nada demais. Os jogadores estão ali pra isso e errar faz parte. Os torcedores que têm a mania de considerar a pior pessoa do mundo o cara responsável pela derrota. E ele não é. Também não seria a melhor pessoa do mundo caso fosse o principal responsável pela vitória.

Continuo o considerando ídolo, craque e tudo mais, mas espero que ele bote na cabeça que pênalti não é pra ele. Isso não é um grande problema, apenas uma limitação. Têm muitos jogadores que não fazem a metade do que ele faz mas batem pênalti melhor do que ele. Espero que o grito desse último ano de carreira (pelo menos ele disse que é ) seja o “Ahhh, eh Edmundo!” de exaltação, não o “Ahh, Edmundo” de lamentação.

Mas enfim, estaria com vergonha se meu time não tivesse lutado da maneira que lutou, se tivesse levado um 3×0 do sport em São Januário. Perder faz parte do futebol, assim como vencer. A grande questão não é perder ou vencer, mas sim como perder ou vencer. Estou mais orgulhoso da derrota do meu time do que estaria caso ele tivesse vencido com um erro descarado a seu favor. Garanto que os tricolores estariam muito orgulhosos mesmo se o Washington não tivesse feito aquele gol. Parece que parte da torcida vascaína concorda comigo, tanto é que os aplausos foram maiores que as vaias ao fim da partida. Vida que segue.

“Sou vascaíno e o sentimento não pode parar”

Saudações Vascaínas!

E boa sorte ao Flu na Libertadores.





Que a Vontade de Domingo sobre amanhã!

27 05 2008

Após empate de 1×1 em jogo válido pelo Campeonato Brasileiro, Vasco e Botafogo se preparam para, dois anos depois, tentar reeditar uma final carioca na Copa do Brasil.

Pela primeira vez no Engenhão, o Vasco chegou como um visitante ingrato e logo antes de 1 min de jogo abriu o placar. Quem deu o ‘presente” aos donos da casa foi o único titular vascaíno, o zagueiro Eduardo Luiz, que após cobrança de escanteio e desvio de Alan Kardec compeltou facilmente para o fundo do gol.

No primeiro tempo os cruzmaltinos tiveram ainda duas chances com Alan Kardec e Alex Teixeira, mas a partida foi fraca – tecnicamente, já que força física e vontade não faltaram. Entre bordoadas e pontapés, as equipes seguiram lutando muito, mas o que sobrou em vontade, faltou em técnica.

Até que aos 41 do segundo tempo, o Botafogo (que jogou com alguns titulares) empatou com Lúcio Flávio, o qual entrou no segundo tempo, de penalti. Duvidoso, por sinal, mas com certeza, tanto Vasco quanto Bota estavam com a cabeça em Sport e corinthians, respectivamente.

Amanhã, o Bota enfrenta o time paulista no morumbi; o Vasco enfrenta os pernambucanos em São Januário. Todos os ingressos para ambas as partidas estão esgotados. Em parte, pela ação dos cambistas, que impediram que alguns torcedores (como eu!) conseguissem seus ingressos.

Mas, deixando a revolta de lado, os dois times da casa precisarão bastante da força de suas torcidas: o corinthians (sem 4 titulares) perdeu no Engenhão por 2x1e precisa vencer o Botafogo por 1×0 para ir a final; já o Gigante da Colina precisa derrotar o surpreendente Sport por 3×0! Tarefa muito difícil, mas não impossível. Vide Vasco x Lanus pela sulamericana, ano passado e até o flu contra o são Paulo na semana passada, exemplo de superação.

Acho que o Bota precisa mais é de cabeça para passar pelos paulistas…o Vasco precisa de cabeça, futebol, vontade e tudo que puder somar para passar pelo Sport. Que a vontade do clássico de domingo sobre amanhã para ambos. Porém, com muito mais técnica.

Enfim, torço por uma final carioca como em 2006. Lembrando, que pelo menos um carioca figura nas finais da competição desde 2003, o que é bom, mas nem tanto. Afinal, seria muito melhor estar entre os finalistas da Libertadores..mas isso deixa com o flu esse ano!

Boa sorte pra Vasco, Botafogo e Fluminense amanhã!

Abraços, Guilherme de Alencar





Recuperando o fôlego

23 05 2008

Me desculpem pela demora desse post, mas sinto que até agora não voltei do Maracanã – gostaria de ter ficado lá comemorando com a torcida mais linda do mundo por horas. Porém, por mais que o tempo físico não tenha me permitido isso, a agonia até o último minuto, a felicidade contida do primeiro gol, a esperançosa do segundo e a explosiva do terceiro serão eternas.

Não farei mais uma das centenas de análises técnicas e táticas que há na imprensa dessa epopéia do único Tricolor brasileiro. Tentarei descrever para vocês o que eu e os demais corações valentes presentes no estádio sentimos quando o exemplo de vida Washington estufou as redes ao apagar das luzes. Por mais impossível que isso seja.

Chego no estádio cedo para ajudar a ensacar o talco que seria jogado horas depois numa linda festa da torcida. Estava ansioso há dias, pois nunca meu time tinha chegado tão longe na maior cometição da América do Sul, mas eu queria mais. Queria que o Flu provasse, não só à imprensa e ao Brasil, que é favorito ao título, mas, principalmente, a si próprio. Uma vitória naquela noite daria uma confiança enorme ao time para a fase seguinte. Um insucesso comprometeria o ano todo.

O Flu entrou a 300 km por hora, do jeito que a torcida queria. No primeiro lance de perigo, Cícero perdeu uma incrível chance. Mas, graças a João de Deus, o primeiro gol saiu cedo, como o time precisava. O resto do primeiro tempo foi um domínio imenso do Tricolor, mas o placar era mínimo ainda. No segundo, Muricy substituiu bem e o São Paulo equilibrou por alguns minutos, e fez seu gol com o nada humilde Adriano(volte para a Itália!). A torcida paulista, coitada, achou que estava tudo resolvido, comemorava como se ainda não restassem quase 20 minutos de jogo. Mas, a bola pune, né, Muricy? Pouco mais de um minuto depois, Dodô empara o jogo numa falha do sempre mediano Rogério Ceni. A partir daí, mais pressão do infernal ataque tricolor, comandado pelo incrível Conca.

O terceiro gol merece um parágrafo especial. Após a expulsão de Joílson, o São Paulo se desarrumou completamente. Chances perdidas se sucedem. Todos na torcida cantam mais para incentivar, mas com um olhar de preocupação constante. Até que sai um escanteio despretencioso para o Fluminense. Ouço atrás de mim “46 minutos!” e entro em desespero. Pensei que no estava com 30 minutos no máximo, mas a tensão me fez perder a total noção de tempo. Aquele lance era decisivo. Levo as mãos ao rosto, quando a bola viaja, Washington cabeceia e torcida explode. Chorei como nunca tinha chorado e vi pessoas ajoelhando, se jogando no chão, correndo para liberar a felicidade de quem sempre acreditou – “Quem espera sempre alcança”.

Como diria meu futuro companheiro de profissão Galvão Bueno: “Haja coração, amigo!”. Mas isso, o Guerreiro Tricolor Washington tem de sobra.

Que venha o Boca!





Vitória na marra!

22 05 2008

Em um jogo onde mais de 30 mil alvinegros compareceram ao Engenhão para prestigiar o glorioso, quando as torcidas que estavam em crise com a diretoria deram trégua as desavenças, numa noite em que o Botafogo daria o primeiro passo em direção a final, o Bota demonstrou raça e garra, mesmo com a torcida estando praticamente apática, sendo superada pela torcida do Corinthians (em menor número).

Com um primeiro tempo sem muita ousadia, o Corinthians abriu o placar aos 22 minutos com Carlos Alberto, numa bobeada geral da equipe carioca e a torcida que já quase não apoiava começou a vaiar. Alguns minutos antes Wellington Paulista havia perdido uma oportunidade senão óbvia, ao menos claríssima de gol, num erro ridículo da zaga corinthiana Wellington apareceu cara á cara com Felipe e desperdiçou uma chance de ouro para sair na frente do placar. O apelido Wellingol já está começando a perder o sentido, a seis jogos sem marcar o atacante já está perdendo a mágica e o prestígio frente a torcida alvinegra.

Perdido em campo o Bota não conseguia encaixar ataques nem contra-ataques, com as peças fundamentais da equipe falhando nos mais básicos fundamentos o glorioso contou com defesas do jovem Renan e com a sorte para não sair com uma desvantagem maior para os vestiários.

No segundo tempo, após conversa nos vestiários, Zé Carlos deu lugar a Fábio que entrou em campo mostrando o que faria pelo resto da etapa complementar, atazanar a defesa do Corinthians. Após tabelinha com Eduardo na entrada da área o baixinho Jorge Henrique, sofreu pênalti de Carlos Alberto e assim deu início a uma partida muito mais emocionante daquela que foi vista no primeiro tempo. Lúcio Flávio, que ficou apagado nos primeiros 45 minutos, bateu magistralmente o pênalti e empatou para o glorioso. Daí pra fernte só deu Botafogo, com a marcação ajustada, o Corintihians não conseguiu mais atacar eficientemente e passou somente a defender e segurar a bola para ganhar tempo. Enquanto isso o Bota era só ataque, Eduardo deu lugar á Adriano Felício, e Wellington Paulista saiu para a entrada de Alexsandro. O Corinthians seguia com o joguinho retrancado e apenas saía nos contra-ataques mas com pouco perigo, aos 43 minutos um escanteio do lado direito do ataque alvinegro, a bola é alçada na área, a zaga corinthiana corta errado e a redonda sobra pra ele, Jorge Henrique, apenas oportunamente empurrá-la para o fundo das redes de Felipe e sacramentar a vitória do Botafogo.

Com atuações no máximo razoáveis Wellington Paulista e Zé carlos foram substituídos. O Bota precisa URGENTEMENTE de um novo atacante e um novo lateral direito pra quando Alessandro estiver suspenso ou machucado (quando não é uma coisa é outra, nunca vi igual!) alguém cobrir o vazio que aparece naquele setor do campo e alguém pra deixar o Wellingol no banco, pra ver se ele volta a fazer gols.

Ficha do jogo

BOTAFOGO 2 x 1 CORINTHIANS
Renan, Renato Silva, André Luís e Eduardo (Adriano Felício); Alessandro, Leandro Guerreiro, Túlio, Lúcio Flávio e Zé Carlos (Fábio); Jorge Henrique e Wellington Paulista (Alexsandro). Felipe, Carlos Alberto, Chicão, William e André Santos; Fabinho, Eduardo Ramos, Diogo Rincón (Acosta) e Lulinha (Fábio Ferreira); Dentinho e Herrera.
Técnico: Cuca. Técnico: Mano Menezes.
Gols: Carlos Alberto, aos 22 minutos do primeiro tempo. Lúcio Flávio, aos nove, e Jorge Henrique, aos 43 minutos do segundo tempo.
Cartões amarelos: André Santos, Carlos Alberto, Lulinha, Fábio Ferreira, Fabinho (Corinthians); Wellington Paulista, Jorge Henrique, Alessandro, Túlio (Botafogo). Cartão vermelho: . Público: 30.707 pagantes. Renda: R$ 540.580,00.
Estádio: Engenhão. Data: 20/05/2008. Árbitro: Leonardo Gaciba da Silva (Fifa-RS). Auxiliares: Altemir Haussman (Fifa-RS) e Roberto Braatz (Fifa-RS).

E em homenagem ao nosso amigo Fred, parabenizo o Fluminense pela vitória sobre o São Paulo, e tenho que dar o braço a torcer, o jogo de ontem foi sem dúvida o melhor jogo do ano até agora. E deixo uma proposta: Se o Bota for campeão da copa do brasil eu vou pintar meu cabelo de preto e branco! E se o flu for campeão da libertadores o Fred vai pintar o dele de verde, vermelho e branco.

O que você acha Fred?

Rodrigo Santos





Apelação!

19 05 2008

Fonte: Revista Playboy edição maio 2008, digitalizado por Observatório Vascaíno.

Esse artigo apela muito! Se o rapaz somente dissesse que considera o vasco candidato ao rebaixamento e que é um palpite, eu respeitaria. Mas dar o título de “A sérire B te aguarda, Vascão” e ainda dizer que já sabe os 4 rebaixados é absurdo.

O vasco pode ser rebaixado? Nada é impossível, mas acho muito difícil. O clube tem muita força em São Januário; tem uma das melhores duplas de ataque da competição; e times como Atlético-mg e Vitória – que não foram citados como rebaixados no artigo – são muito mais fracos que o cruzmaltino.

O diretor de redação da revista Placar fala que o Romário foi técnico, e que isso pode contribuir pro rebaixamento. como, meu Deus? O baixinho foi técnico em outra competição e sua passagem como comandante da Caravela vascaína não influenciará a campanha no brasileirão!

“Maus resultados”. No carioca o Vasco foi realmente muito mal, mas é semifinalista da Copa do Brasil, algo considerável. Ahh, mas não passou por nenhum time da primeira divisão na competição…mas chegou na semifininal, diferente de outros times da série A que “não serão rebaixados, segundo Sérgio Xavier.

  • Atlético Paranaense foi eliminado pelo Corinthians alagoano; na Arena da Baixada.
  • Grêmio foi eliminado pelo Atlético Goianiense; no Olímpico.
  • Coritiba eliminado pelo São Caetano; no Couto Pereira.
  • Vitória foi eliminado pelo Paraná em pleno Barradão.
  • Figueirense nem se classificou pra Copa do Brasil.

Enfim, o elenco vascaíno é limitado e dificilmente conseguirá algo mais que sul-americana no Brasileirão, mas rebaixamento não é esperado, caso aconteça (tudo é possível no futebol) será uma grande surpresa. O Vasco não entra no campeonato como candidato à série B 2009.

Saudações Vascaínas, Guilherme de Alencar





Que falta faz um goleiro…

18 05 2008

Estou começando a acreditar na velha máxima que “todo bom time começa com um bom goleiro”. A maior carência que o Fluminense tem, já há alguns anos, é no gol. Fernando Henrique titular é um absurdo, um desrespeito com uma camisa que já teve Castilho, Félix e Paulo Victor. A diretoria até tentou mudar esse quadro, contratando o promissor Diego junto ao Atlético Paranaense em 2006 – mas não deu certo, e, mais uma vez, FH volta à sua bisonha titularidade. Nesse ano de Libertadores, tentamos o Felipe, do Corinthians, e Diego Cavalieri do Palmeiras, mas, infelizmente, sem sucesso. Ninguém quer o FH, muito menos a torcida tricolor. Semana passada deu o gol ao Adriano no jogo mais importante da história do Flu até então. Hoje, conseguiu falhar contra o Náutico, mas sobre esse jogo eu comento daqui a algumas linhas. Espero que nesse próximo jogo contra o São Paulo, ele não apronte mais uma das suas.

Chega de Fernando Henrique. Por favor, contratem um goleiro condizente com a história tricolor.

Flu x Náutico – O Flu provou que precisa de reforços para almejar algo no Brasileiro. Contra o Náutico, neste domingo, no Maracanã, o time tricolor foi envolvido do começo ao fim, apesar de ter perdido um penalti(inexistente). O mistão de juniores e reservas foi um desastre, mas serviu para mostrar que Maurício, David e Carlinhos não podem jamais ser opções para o time titular. Ao contrário de Marinho e Alan, que, junto com Tartá, devem ser lançados aos poucos para não se queimarem.

Enfim, quarta-feira tem Fluzão no Maraca! Estarei lá no meio de 80 mil tricolores! Vamos, Fluzão!





A volta do paredão não evitou a derrota

18 05 2008

Em noite inspirada o goleiro alvinegro salvou o Botafogo de ser goleado pelo Cruzeiro, com atuação de gala Catillo fechou o gol e voltou a sentir a coxa no segundo tempo. Com atuações apagadas o Bota levou pouco perigo a meta do goleiro Fábio, que não teve muito trabalho já que os atacantes do Botafogo pareciam não achar o caminho do gol. Wellington Paulista, que começou o campeonato carioca dando a impressão que seria o destaque do ano do futebol brasileiro, chegou a um ponto em que aparenta não mais saber como concluir uma jogada, e as vezes nem sequer dar continuidade as táticas do mestre Cuca. Vamos Wellingol! O Botafogo precisa de você e dos seus gols.

Jogando com um homem a mais desde 15 do segundo tempo quando Túlio Souza, que ainda não mostrou esse ano o mesmo futebol que jogou pelo Coritiba ano passado, foi expulso, o Cruzeiro não conseguiu ampliar a vantagem obtida no primeiro tempo, Guilherme marcou de pênalti aos 11 minutos, e mesmo com o apoio da torcida que compareceu em bom número ao Minerão, não conseguiu marcar o segundo em um Botafogo desorganizado, misto e com um homem a menos. Mérito do guarda-metas Botafoguense Castillo que fez milagres debaixo das traves e tambem quando saía bem do gol. Seguindo somente no brasileirão o Cruzeiro mantém os 100% de aproveitamento na competição e enfrenta o Santos no próximo final de semana.

Carlos Alberto estreou no Botafogo com uma atuação boa, nada de se encher os olhos mas pelo menos jogou bem. Foi substituído por Abedi que entrou apenas para errar passes e numa dessas o Cruzeiro quase marcou o segundo, mas parou nas mãos de Castillo que saiu bem do gol nos pés de Jonathas e amenizou o erro de Abedi.

Pensando agora no Corinthians o Botafogo trabalha pesado em General Severiano. O jogo dessa terça-feira é o primeiro passo para chegar as finais da Copa do Brasil, competição que o Bota nunca conquistou e razão pela qual está poupando seus titulares no Brasileirão. Agora é uma questão de jogar o futebol do início do ano e vencer BEM o Corinthians aqui no Engenhão para ter uma vantagem no jogo de volta em São Paulo.

 

http://video.globo.com/Videos/Player/Esportes/0,,GIM827737-7824-MASCOTE+PERIVALDO+PRONTO+PARA+DAR+FORCA+AO+BOTAFOGO+NO+ENGENHAO,00.html

Botafogo que também conta com a torcida de Perivaldo, mais novo mascote alvinegro. O cachorro que nasceu com uma mancha branca em forma de estrela nas costas esteve no Engenhão contra o Atlético e vai estar no jogo contra o Corinthians, será esse cãozinho a reencarnação de Biriba, o mascote do Bota na década de 40? Outro que vai ver o jogo da arquibancada é o meia Carlos Alberto, que não foi inscrito na competição.

Rodrigo Santos